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Sérvia: Sanja Ilić & Balkanika para Lisboa

por fevereiro 20, 2018

Sanja Ilić & Balkanika são os vencedor do Beovizija 2018, final nacional sérvia, e vão representar o país na Eurovisão.

Depois de nove anos o Beovizija voltou e coroou Sanja Ilić & Balkanika como vencedores com o tema "Naša deca". Durante o concurso atuaram vários nomes bem conhecidos dos eurofãs como Knez, Sergej Cetkovic, Jelena Tomasevic, Sanja Vucic, entre outros. A decisão coube ao júri e ao público. Pode ver os resultados completos de seguida (júri + televoto). 

1.º Sanja Ilić & Balkanika – "Nova deca" (24 pontos - 12 + 12)
2.º Saška Janković – "Pesma za tebe" (20 pontos - 10 + 10) 
3.º Dušan Svilar – "Pod krošnjom bagrema" (15 pontos - 7 + 8)
4.º Lord – "Samo nek se okreće" (12 pontos - 6 + 6)
5.º Biber & DJ Niko Bravo – "Jutros (Svatovi)" (12 pontos - 5 + 7)
6.º Ivan Kurtić – "Ni sunca, ni meseca" (10 pontos - 8 + 2)
7.º Boris Režak – "Vila" (9 pontos - 4 + 5)
8.º Danijel Pavlović – "Ruža sudbine" (6 pontos - 2 + 4)
9.º Rambo Amadeus & Beti Đorđević – "Nema te" (4 pontos - 3 + 1)
10.º Maja Nikolić – "Zemlja čuda" (3 pontos - 0 + 3)
11.º Koktel Balkan – "Zato" (1 ponto - 1 + 0)
17.º SevdahBABY – "Hajde da igramo sada" (0 pontos)
17.º Srđan Marijanović – "Bar da znam" (0 pontos)
17.º Lana & Aldo – "Jača sam od svih" (0 pontos)
17.º Igor Lazarević – "Beži od mene" (0 pontos)
17.º BASS – "Umoran" (0 pontos)
17.º Osmi Vazduh & Friends – "Probudi se" (0 pontos)

Oiça a música vencedora:


A Sérvia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 2007, ano esse em que ganhou: com Marija Šerifović e a canção "Molitva”. Em 2017 o país foi representado por Tijana Bogićević e a canção "In Too Deep”, alcançando o 11.º lugar na segunda semifinal com um total de 98 pontos.

Imagem: urbancityradio/Vídeo: RTS Pesma Evrovizije - Zvanični kanal

[Entrevista a Sequin]: "Escolhemos o inglês porque também nos é familiar"

por fevereiro 20, 2018

Sequin foi a artista convidada por Bruno Cardoso, melhor conhecido por Xinobi, para levar ao palco do Festival da Canção 2018 a canção "All Over Again". 



Crónicas de Eurofestivais: Bem-vinda ao mundo dos eurofestivais! A participação no Festival da Canção era algo que estava na lista de sonhos futuros?

Sequin: Confesso que não estava na minha lista. :) 



CE: Xinobi e Sequin são dois nomes proeminentes da música eletrónica em Portugal. Como tem sido a colaboração?

Sequin: Tem sido muito positivo trabalhar com o Bruno. Ele tem uma sensibilidade musical muito interessante e que se assemelha à minha. Tenho aprendido muito com ele.

CE: A música eletrónica não é uma residente habitual do Festival da Canção. Vês esse fator como uma desvantagem ou uma vantagem?

Sequin: Não sei bem. É o estilo de música em que me movimento, por isso para mim é mais uma vantagem, cantar num estilo que me deixa confortável e que gosto.


CE: "All Over Again" é uma das duas únicas canções escritas em inglês no Festival da Canção 2018. O que esteve por detrás da decisão de manter a canção em inglês? Houve algum momento em que consideraram apresentar uma versão portuguesa da canção?

Sequin: Escolhemos o inglês porque também nos é familiar, e sentimos que era a língua mais adequada ao registo musical que fazemos. Não fizemos uma música  de propósito para o festival, tentámos fazer algo que se enquadrasse com aquilo que ambos fazemos nos nossos projectos, que nos desse prazer ouvir.

CE: Quando o álbum “Penélope” foi lançado descreveste-o como uma “viagem da escuridão à luz”. A interpretação de "All Over Again" pertencerá mais ao lado da escuridão ou da luz? 

Sequin: É curioso que para mim a All Over Again também é uma música que vai da escuridão para a luz, mas talvez pertença já mais a um lugar luminoso, de esperança, de novos começos, é aquela música que finda a noite e que trás o amanhecer.



CE: Em termos de apresentação no palco, têm alguma surpresa preparada? 

Sequin: Que eu saiba não. Ahah. Espero que não, não gosto muito de surpresas. Espero que a música chegue para surpreender.

CE: Existe algum outro artista concorrente do Festival da Canção 2018 que estejas mais ansiosa por conhecer e ouvir? 

Sequin: Quero muito conhecer toda a gente. Admiro todos e tenho curiosidade de ouvir todas as músicas, acho que há muito talento aqui envolvido e estou ansiosa por descobrir o que cada um compôs.

CE: Por que é que "All Over Again" seria uma boa representante da música portuguesa no palco da Eurovisão?  

Sequin: Eu não consigo responder a esta questão, terá de ser a música a falar por si.

CE: Existe alguma canção eurovisiva (não portuguesa!) que sobressaia para ti? 

Sequin: Gostei muito da música da Blanche - City Lights, concorrente no ano passado.




CE:  Se "All Over Again” não for escolhido para a Eurovisão, o que podemos esperar de Sequin nos próximos tempos? Um novo álbum?  

Sequin: Podemos esperar músicas novas de Sequin! E concertos, por agora confirmados a 11 de Maio no CCB em Lisboa, 19 de Maio no Hard Club no Porto e 26 de Maio no Salão Brazil em Coimbra.



CE: Queres desejar uma mensagem aos nossos leitores e aos fãs em geral?

Sequin: Queria deixar um obrigada muito grande a todos os que me têm apoiado, especialmente àqueles que dançam e cantam comigo. Não desistam da música, de a fazer ou de a ouvir ou de apoiar quem a faz e vos toca com a sua criatividade, a música é a melhor terapia, a melhor conselheira!

Oiça um excerto de "All Over Again": [AQUI]

Imagem: Sequin

Dinamarca: revelados os resultados da finalíssima do Dansk Melodi Grand Prix 2018

por fevereiro 20, 2018

A emissora pública dinamarquesa Danmarks Radio (DR), revelou os resultados da finalíssima do Dansk Melodi Grand Prix (DMGP), ganho por Rasmussen.


Com a votação para a selecção do representante da Dinamarca repartida entre 50% dos votos do júri e 50% dos votos do público, houve um concenso entre ambos no que toca à votação das três músicas da finalíssima do DMGP, selecção nacional da Dinamarca. 



Fique a conhecer os resultados da votação:


Rasmussen – "Higher ground "– (Júri: 30%, Público: 20.1%, Total: 50.1%)
Anna Ritsmar – "Starlight" – (Júri: 13.3%, Público: 18%, Total: 31.3%)
Albin Fredy – "Music for the road" – (Júri: 6.7%, Público: 11.9%, Total: 18.6%)
No que toca à votação do júri, Higher Ground foi claramente o favorito, conquistando mais do dobro dos votos das outras duas canções. Enquanto que a decisão do público foi mais renhida, sendo a diferença do primeiro classificado para o segundo de apenas 2.1% dos votos

A Dinamarca estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1961 e já ganhou três vezes: em 1963, com Grethe e Jorgen Ingmann e canção “Dansevise”, em 2000, com Olsen Brothers e canção “Fly on the Wings of Love”, e em 2013, com Emmelie de Forest e canção “Only Teardrops”. Em 2017 o país foi representado por Anja Nissen e a canção "Where I am", alcançando o 20º lugar na Final com um total de 77 pontos.


Reveja "Where I Am":



Fonte: esctoday; escfinales

FC 2018 (1ª semifinal): "Boa m****"

por fevereiro 20, 2018

Oito horas da noite e lá estávamos nós – imprensa, amigos dos artistas, convidados, técnicos, apresentadores, artistas, mais artistas... E afins –, no estúdio 1 da Rádio e Televisão de Portugal (RTP), à espera dos oito minutos das nove da noite, hora a que, finalmente, ou não, as televisões dos portugueses foram brindadas com a primeira semifinal da 50ª edição do Festival da Canção.

"Boa merda!", gritou alguém do backstage para Jorge Gabriel. E este retribuiu. "Boa merda"... "Boa merda" foi o mote.


Após a habitual introdução e após recordarmos a egrégia e eterna Madalena Iglésias, lá entraram Jorge Gabriel e José Carlos Malato e lá demos as boas vindas a Inês Lopes Gonçalves, que foi despromovida a apresentadora de green room e promovida a apresentadora de green room (é como quiserem). Olá júri, olá Isidro, adeus Isidro. Luísa! E começou finalmente o desfile das 13 canções.

Olhei para o lado e estava tudo com um ar aborrecido, mas era preciso manter a postura porque: 1) estávamos mesmo atrás do palco e dava mau aspeto estar feito animal invertebrado, de corpo todo curvado; 2) cantava o primeiro intérprete... Não fosse ele mandar-nos para a Austrália num estalar de dedos.



Conversa para ali, conversa para acolá, porque encher chouriços é uma coisa típica dos portugueses, lá iam os assistentes de produção preparando o palco para a atuação que se seguia. Nem foi preciso olhar para o teleponto para perceber que vinha aí a Anabela. "Não há intervalo a meio das atuações?", balbuciei para o lado, na esperança que surgisse um sim, mas o senhor à minha esquerda continuou com os olhos colados ao telemóvel.

"Os backing vocals são os mesmos em todas as atuações", pensei, enquanto me encantava com a entrada da Joana Espadinha. "As roupas combinam e tudo". Foi a maior surpresa da noite, tendo em conta os 45 segundos oferecidos no início da semana. 

"Um amplificador? Só pode ser para o Janeiro!" Aparentemente a virtude está mesmo no meio. Janeiro entrou (com roupa de mecânico, mas ninguém quis saber disso), a luz apagou e a magia entrou no estúdio da RTP. Olhei para os lados: os mais aborrecidos até tinham ganho outra cor e não havia ninguém a mexer no gadget de bolso. 



Durante a VT do José Cid várias pessoas do público esboçaram sorrisos... Se era ironia ou pura realidade não deu para entender... O Cid não agrada a toda a gente, já se sabe. Tal é a surpresa quando olho para a frente e me apercebo que há mais para além do característico piano. Obrigada José Cid.

Não desvalorizando as atuações que haviam passado, aliás, valorizar, a negrito e tudo, a grande voz do Peu Madureira, que conseguiu por todo o estúdio em ordem, mas o melhor ficou mesmo para o fim! O melhor do pior. JP Simões deixou toda a gente num tremendo alvoroço; "não estou a aguentar estas luzes", comentei, quando até os bancos, uma espécie de pedra forrada com papel espuma, tremiam por todo o lado. O nome da canção tinha ganho vida. 

Maria Amaral e a sua voz doce entraram em palco e desiludiram todos os que estavam ao meu lado. "Não acredito", comentaram comigo, logo após Maria Amaral se descair. Foi a última canção e já estava tudo sem postura.




Durante o intervalo, a vida no estúdio não parou, José Carlos Malato aproveitou para fumar, Jorge Gabriel apoveitou para cantarolar e dançar, e eu, como todos os outros, aproveitei para esticar as pernas e as costas. Já haviam passadas duas horas. "Faltam quatro minutos!", gritou alguém da produção. Tudo a correr para os lugares, para não perder o restante espetáculo. "Ainda vão passar a VT das canções e ligar à green room", diz o senhor ao meu lado, descontraído, enquanto escreve um post para o Twitter; aproveitei também para pôr as redes sociais em dia. 

Não podiam faltar as homenagens a Carlos Paião... "Bons tempos", pensei enquanto cantarolava "Vinho do Porto"; e logo de seguida mais uns minutinhos de intervalo. Mas aquele intervalo foi diferente... Ninguém queria sair do estúdio... Já estávamos todos em pulgas para saber as votações. Ao início da última meia hora, ainda nos rimos todos um bocadinho, até Malato e Jorge Gabriel, quando ouvimos Fernando Tordo a responder "é porque isto é muito divertido", com cara trancada. Até coloquei o telemóvel de lado para ouvir atentamente o resto da entrevista...


"Também eu queria água fresca", lamentei enquanto ouvia Dina e observava o Júlio Isidro a deslocar-se com os votos na mão. 


"Expectável", pensei ao ver a votação do júri. Foi uma votação íntegra e justa, das mais justas que me lembro, mas fiquei com pena da Rita Dias... Merecia pontuação. 

Soltei umas boas asneiradas enquanto ouvia, e via no ecrã led atrás de mim, as pontuações do televoto; soltei eu e soltou imensa gente que estava ao meu lado. O estúdio todo sussurava, todos ansiosos por saber quais os sete magníficos.


Desilusões e surpresas à parte, a VT dos sete mais votados passou, os artistas finalistas e a Inês Lopes Gonçalves entraram no estúdio e eu levantei-me, discretamente, pois sabia que a emissão ainda estava no ar.

Saltei para o palco à procura de artistas para congratular, mas estavam todos a dar entrevistas. Todos queriam falar com os grandes. "Parabéns, grande apresentação!", disse, dirigindo-me a Jorge Gabriel.

Sensação de dever cumprido era o que via em todas as caras; sensação de dever cumprido era o que eu queria que vissem na minha cara. "Boa merda", lembrei-me, já à saída dos estúdios da RTP. Foi assim que se começou esta semifinal e é assim que quero terminar a minha reflexão, porque nem sempre a palavra "merda" é grosseira e tem sentido negativo.


"Boa merda".


Esta crónica está disponível numa versão áudio, acompanhada por um vídeo que mostra a vida no estúdio da RTP durante o Festival da Canção. Ouça a crónica no vídeo que se segue.


Imagens: RTP; Lux

Estónia: publicada ordem de atuação da final do Eesti Laul 2018

por fevereiro 20, 2018

A televisão pública da Estónia, Eesti Rahvusringhääling (ERR), divulgou a ordem de atuação para a Grande Final do Eesti Laul no dia 3 de março.

Com a data da final cada vez mais perto e os preparativos a ultimarem-se para o dia das grandes decisões, a emissora estoniana revelou a ordem de apresentação das músicas a concurso na final Eesti Laul 2018, final nacional da Estónia, o certame onde se irá conhecer o sucessor de Koit Toome e Laura, representantes no Festival Eurovisão da Canção (ESC) 2017.


Conheça a ordem do desfile das canções:

Karl-Kristjan & Karl Killing (ft. WATEVA) – "Young"
Eliis Pärna ja Gerli Padar – "Sky"
Nika – "Knock knock"
Sibyl Vane – "Thousand words"
Stig Rästa – "Home"
Vajé – "Laura (Walk with me)"
Elina Nechayeva – "La forza"
Frankie Animal – "(Can’t keep calling) Misty"
Iiris & Agoh – "Drop that boogie"
Evestus – "Welcome to my world"
A Grande Final de Eesti Laul 2018, marcada para dia 3 de Março, irá decorrer na arena Saku Suurhall, situada na capital Tallin.


A Estónia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1993 e já ganhou uma vez: em 2001, com Tanel Padar/Dave Benton/2XL e a canção "Everybody". Em 2017 o país foi representado por Koit Toome & Laura e a canção "Verona", alcançando o 14º lugar na segunda semifinal com um total de 85 pontos. 

Reveja "Verona":


Fonte: esctoday

Letónia: revelada wildcard e ordem de atuação para a final do Supernova 2018

por fevereiro 20, 2018

A emissora nacional letã, LTV, revelou a ordem de atuação dos participantes para a final do Supernova 2018.

A ordem de atuação foi decidida pela estação de rádio Pieci, que revelou também que "Sudden Lights", que acabou em terceiro lugar na primeira semifinal, recebeu uma wildcard para a final.

Ordem de atuação:

Sudden Lights — “Just Fine”
Ritvars — “Who’s Counting”
MADARA — “Esamība”
Liene Greifane — “Walk the Talk”
Lauris Valters — “Lovers Bliss”
Edgars Kreilis — “Younger Days”
Laura Rizzotto — “Funny Girl”
Markus Riva — “This Time”

A Letónia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 2000 e já ganhou uma vez: em 2002, com Marie N e a canção “I Wanna”. Em 2017 o país foi representado pelos Triana Park e a canção "Line", alcançando o 18º lugar na primeira semifinal com um total de 21 pontos.

Fonte/Imagem: eurovoix

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