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Malta: MESC a 3 de fevereiro

por outubro 16, 2017

Public Broadcasting Services (PBS), emissora de Malta, revelou mais pormenores da sua final nacional que se realizará a 3 de fevereiro.

Depois de, na semana passada, ter revelado os 16 finalistas a concurso no MESC, a PBS divulgou esta segunda-feira a data da final nacional. Apesar de a ordem de atuação ainda não estar decidida, já se sabe que Aidan irá abrir o concurso e Petra será a última a atuar. 

Malta estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1971 e o seu melhor resultado é um segundo lugar por duas vezes: em 2002, com Ira Losco e a canção “7th Wonder”, e em 2005, com Chiara e a canção “Angel”. Em 2017 o país foi representado por Claudia Faniello e a canção "Breathlessly", alcançando o 16.º lugar na segunda semifinal com um total de 55 pontos.

Recorde "Breathlessly":


Fonte: ESCToday/Vídeo: Eurovision Song Contest/Imagem: eurovisionworld



Especial: as canções mais sobre e sub valorizadas do ESC 2017

por outubro 16, 2017

Já se passaram uns meses desde que Portugal saiu vencedor do maior evento musical do mundo. Todos os fãs do Festival Eurovisão da Canção (ESC) encontram-se naquela fase do ano de depressão profunda, com as tão populares finais nacionais ainda distantes no tempo. No entanto, e para encerrar oficialmente a edição passada, fiquem com as canções mais sobrevalorizadas e subvalorizadas do ESC 2017.  

As 5 canções mais sobrevalorizadas do ESC 2017:

5º Lugar: "Don´t Come Easy" (Austrália)




Pelo que parece, o público partilhou da mesma opinião, ao ter colocado este tema no fundo da tabela classificativa. Por outro lado, o júri parece ter adorado a aposta, acabando a Austrália mais uma vez no top 10 da classificação global. Apesar de algumas desafinações, Isaiah tem uma excelente voz, mas o tema... repetitivo e vulgar.

4º Lugar: "Gravity" (Chipre)



A nível visual foi uma inspiração na Rússia de 2016. A nível musical é igual a tantas outras. Não é que a canção tenha alcançado um grande lugar na final, mas lá está... chegou à final. 

3º Lugar: "I Can´t Go On" (Suécia)



Antes de mais, é importante realçar que a canção não é má. Mas não será um 5º lugar, para um tema tão genérico como este, um resultado acima do que realmente merece? A atuação ao vivo não foi perfeita, embora tenha sido aceitável. Duvido é que a canção fosse tão longe se tivesse sido levada por outro país.  

2º Lugar: "My Friend" (Croácia)




O freakshow da Croácia parece ter resultado, tendo conquistado o público (o júri nem tanto). Jacques tem, inquestionavelmente. muito talento, mas no conjunto saiu uma prestação pirosa. Muitos outros temas mereciam o 13º lugar alcançado pela Croácia e que nem à final chegaram.

1º Lugar: "Grab The Moment" (Noruega)




Este tema não passa de uma canção chata de elevador. O 10º lugar na final é fruto de todo a tecnologia que acompanhou o tema e não da canção propriamente dita. O tema mais sobrevalorizada deste ano.

As 5 canções mais subvalorizadas do ESC 2017:

5º Lugar: "Dance Alone" (Macedónia)




Um dos melhores temas pop contemporâneos deste ano a ficar pela semifinal. A Jana soube estar em palco e surpreendeu-me. Um dos casos em que a passagem à final não foi carimbada, simplesmente, porque se trata da Macedónia...

4º Lugar: "In To Deep" (Sérvia)



Mais um bom tema pop a ficar-se pela semifinal. Quando ouvi a canção pela primeira vez, confesso que não me conquistou. Mas ao vivo, apesar de alguns percalços vocais, o balanço foi positivo e passei a gostar mais do tema.  

3º Lugar: "Fly With Me" (Arménia)



Um tema muito original, étnico e com uma prestação vocal e visual sublime. Foge aos estereótipos eurovisivos e o resultado qual é? Um muito mal atribuído 18º lugar. "Fly With Me" era material para top 5. 

2º Lugar: "Time" (Ucrânia)



O rock não é um género musical muito vulgar no ESC e notou-se algum distanciamento dos votantes em relação a este ótimo tema. O solo de guitarra foi um dos momentos altos da final de maio e merecia muito mais do que um mero 24º lugar. Das maiores injustiças da noite.

1º Lugar: "Blackbird" (Finlândia)




Desde o momento em que escutei "Blackbird" achei de imediato que a Finlândia ia disputar o primeiro lugar do ESC 2017. O sentimento intensificou-se depois de ver Norma John na semifinal. Resultado? Nem uma passagem à final! Dos maiores crimes de todas as edições do ESC e nunca irei perceber tal resultado. Apesar de tudo, este tema vai ficar para sempre guardado dentro do meu coração.

Imagem e Vídeos: Eurovision Song Contest



ESC 2018: Portugal vai organizar a Eurovisão mais económica de sempre

por outubro 16, 2017

Gonçalo Reis, presidente do conselho de administração da RTP, garante que 2018 será a edição mais barata de sempre da Eurovisão.

Organizar o ESC costuma custar ao país anfitrião entre 25 e 40 milhões de euros mas Gonçalo Reis garante que a edição de 2018 ficará abaixo desse valor. Em declarações ao Jornal Económico, o responsável da RTP disse que, apesar de o investimento ser menos que o normal, o evento vai "projetar Portugal" e que as equipas criativas "vão desenvolver uma das eurovisões mais interessantes de sempre".

"As nossas equipas criativas estão a desenvolver o conceito [para] transmitir a imagem de um Portugal contemporâneo, de um Portugal aberto ao mundo, de uma cultura de inclusão, de uma cultura de tolerância, de uma cultura positiva", disse.

Fonte: jornal económico/Imagem: Eurovision.tv



São Marino: "projeto revolucionário" para a Eurovisão

por outubro 16, 2017


Radiotelevisione della Repubblica di San Marino (SMRTV) irá realizar uma conferência de imprensa esta terça-feira referente à participação no ESC 2018.

Nesta conferência, que irá decorrer em Roma, estarão Davide Gasperoni, presidente da SMRTV, Carlo Romeo, diretor da SMRTV e Alessandro Capicchioni, chefe de delegação. O tema principal é o método de votação que a emissora afirma beneficiar os maiores países e deixar de parte os pequenos concorrentes. Falar-se-á também do "projeto revolucionário" e nunca antes visto que São Marino irá trazer até Lisboa. 

Os responsáveis da emissora há muito que se queixam do sistema de votação e, inclusive, já fizeram queixa à EBU pela forma como é apurado o televoto da nação. Outro dos países descontentes com a votação é a Turquia que se retirou do concurso em 2013 e nunca mais regressou.

O São Marino estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 2008 e o seu melhor resultado é um vigésimo quatro lugar na final: em 2014, com Valentina Monetta e a canção “Maybe”, e um total de 14 pontos. Em 2017 o país foi representado por Valentina Moneta & Jimmie Wilson e a canção “Spirit of the Night”, alcançando o 18.º lugar na segunda semifinal com um total de 1 ponto.

Recorde "Spirit of the Night":


Fonte: Eurovoix/Vídeo: Eurovision Song Contest



Albânia: FiK a 23 de dezembro

por outubro 16, 2017


Festivali i Këngës vai voltar a ser usado como final nacional para o JESC e acontece no dia anterior à véspera de natal.

Natal já não é natal sem o FiK e, este ano, a primeira final nacional da temporada eurovisiva está marcada para 23 de dezembro. As semifinais decorrem a 21 e 22 de dezembro e os programas serão apresentados por Adi Krasta. O período de inscrições decorre entre 2 e 10 de novembro e todas as músicas devem ser cantadas em albanês e com um máximo de 4 minutos.

A Albânia estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 2004 e o seu melhor resultado é um quinto lugar: em 2012, com Rona Nishliu e a canção “Suus”. Em 2017 o país foi representado por Lindita e a canção “World”, alcançando o 14.º lugar na primeira semifinal com um total de 76 pontos.

Recorde "World":


Fonte: Eurovoix/Vídeo: Eurovision Song Contest/Imagem: wiwibloggs



JESC 2018: festival será realizado na Bielorrússia

por outubro 15, 2017

Apesar de estarmos a um mês da realização do Festival Eurovisão da Canção Júnior (JESC) 2017, foi anunciado que a edição de 2018 terá como sede a cidade de Minsk, na Bielorrússia. 

A European Broadcasting Union (EBU/UER) e a emissora nacional bielorrussa Belaruskaja Tele-Radio Campanija (BTRC) anunciaram que o país irá sediar o JESC pela segunda vez em 2018, após a edição de 2010.

Este anúncio provém da vontade da organização de se certificar da longevidade do concurso, proporcionando mais tempo para que este seja preparado: Para que tal aconteça, foi removida a clausula do regulamento que atribui ao vencedor o direito de ser anfitrião no ano seguinte. Foram então abertas candidaturas, sendo que a da Bielorrússia foi considerada a melhor.

Fonte/Imagem: Junior Eurovision



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