Featured Slide

5/slideshow/custom

ECY 2017: O que aconteceria se a Eurovisão não tentasse agradar ao público geral?

por julho 23, 2017

O que é a Eurovisão quando despimos todos os adjetivos proeminentes da Eurovisão que conhecemos? O que é a Eurovisão quando não existe pressão para agradar ao público geral? Tivemos um sabor de resposta durante o Eurovision Choir Of The Year 2017.

Ninguém sabia o que realmente seria o Coro do Ano da Eurovisão, dado que o certame teve a sua estreia este ano, mas poucos mostraram interesse em descobrir.  Alguns fãs de Pitch Perfect terão saído desiludidos e todos os que esperavam ouvir “You Raised Me Up” cantado por trinta criancinhas adorável saíram, com toda a certeza, desiludidos. 



O programa começa e o shot inicial é uma visão aérea da arena. Vê-se uma arena parcialmente vazia (ou parcialmente cheia, depende como olham para ao copo) e um palco surpreendentemente não simplístico. Nos primeiros dois minutos conseguimos perceber que não vamos ouvir “Oh Happy Day” e bater palmas entusiasmadíssimos. Não deixa de ser uma canção de abertura imaculada.


Entram as senhoras da Estónia e é-nos apresentada música litúrgica com indumentária tradicional estoniana e uma mistura de exorcismo e alucinogénios. Deixem que vos diga… foi algo de especial. De repente percebi o que estava a ver: a apreciação de um nicho que é do mais talentoso e disciplinado que existe. 


Percam sete minutos a entranhar a atuação do coro dinamarquês. Já ouviram algo com que possam fazer comparações? A resposta é, provavelmente, não. Um brilhantismo teatral que foi, para muitos, a surpresa do formato.



Depois da atuação dos prepubescentes belgas, entram os alemães. Vê-se um beatboxer e o som deste coro é mais fácil de perceber para os meros mortais como eu. Pondo de parte o meu desconforto de ver um coro alemão a apropriar-se da cultura africana, tenho de dizer que nem o elenco do Lion King na Broadway consegue criar uma imersão tão fenomenal! Fui transportada para a selva!


A Eslovénia, que seria a futura vencedora da primeira edição do Eurovision Choir Of The Year 2017, destaca-se por ser um aparente musical criado por alunos que acabaram de tirar um curso todo alternativo sobre música contemporânea como ferramenta de narrativas. A rapariga favorita do maestro, escolhida para solista, é fenomenal!  
Os húngaros vêm de avental e a sua atuação demora dois anos e meio. 


Quero salientar que até este ponto no programa ainda não vimos um único grupo vestido com algo que não nos deixe confusos e não vão acreditar… ainda não ouvimos inglês! Eu sei… que tipo de Eurovisão é esta? 




A minha atuação favorita foi, de longe, a do País de Gales. Se vos perguntarem qual é a música de elevador que se ouve quando formos subir para o céu divinal (porque é para lá que vamos, certo?) digam que é algo deste género. Outra solista fenomenal! E os meus olhos ficaram por lubrificar durante 8 minutos! Apenas podemos sonhar ter tido tal dimensão de talento quando tínhamos aquela idade.



A atuação da Áustria é a prova mais transparente do valor que esta competição tem. Seria fácil pensar que a música tradicional da Áustria é somente a música clássica de que são conhecidos, mas o coro austríaco lembra-nos, com a indumentária e com o acordeão, do folk barroco que inspirou tantos aspetos de The Sound of Music. Quem me dera cantar com tanto entusiamo sobre nabo! R.U.T.A.B.A.G.A!



Mais uma vez vemos a escolha de indumentária tradicional por parte da Letónia. Se acharam estranho as letãs começarem a copiar o jogo de copos do Pitch Perfect, deixem-me que vos introduza a esta nova perspetiva: o jogo de copos do Pitch Perfect teve origem num jogo tradicional letão! Nível de cultura ascendido! 




Com todo o louvor que derramei para estas atuações, será que acho que foi um sucesso? Bem, depende do que realmente era o objetivo deste programa caloiro. 
Se a intenção era criar uma nova superpotência de audiência e de interação internacional, então o falhanço foi abismal. O mundo dos coros não é e nunca será para o cidadão comum. 
Se a intenção era satisfazer todos os indivíduos que se queixam que a Eurovisão já não se fundamenta na expressão cultural e que o que interessa aos grandes nomes, responsáveis pela organização do programa, é unicamente os milhões que lhes entram para o bolso ao explorar o mercado mainstream... então o Eurovision Choir Of The Year não poderia ter sido mais brilhante!


A magia da Eurovisão está na essência que agrada a um grupo maioritário de pessoas, daí o pop e o inglês serem proeminentes. Qualquer pessoa consegue apreciar e perceber um Sergey Lazarev a cantar uma canção pop comercial de frases vagas, em inglês, enquanto sobe uma parede por nenhuma razão lógica. É fácil, é pouco e nem precisamos dos 10% do cérebro que temos à disposição para admirar o trabalho. Na situação oposta encontra-se, por exemplo, a atuação do coro dinamarquês: é necessária toda a energia que se tem no corpo, uns bons headphones e, provavelmente, ajudará conhecer todos os meses de trabalho que são postos na coordenação de trinta vozes diferentes. 

Vou assumir que nenhum de nós consegue realmente dar o valor merecido a este ofício, como nenhum de nós conseguiria distinguir o melhor vinho branco do mundo do vinho Casal Garcia, e é por esta razão que não prevejo um futuro sorridente para este ramo da Eurovisão, mas aplaudo este investimento, que não foi, de maneira nenhuma, incentivado pelos números. 



ECY 2017: Eslovénia vence o Eurovision Choir Of The Year 2017

por julho 22, 2017


A Eslovénia é a primeira grande vencedor da primeira edição do Eurovision Choir Of The Year (ECY). 

O coro Carmen Manet, com os temas Ta na Solbici/Adrca, proveniente da Eslovénia, venceu a primeira edição do ECY. Foram nove os coros de diferentes países que lutaram pela primeiro lugar, incluindo o País de Gales, que se estreia nas lides eurovisivas pela primeira vez de modo independente. 

Veja ou reveja o coro vencedor:



Vídeo: Eurovision Choir Of The Year/ Imagem: Eurovoix






ECY 2017: saiba como acompanhar o Eurovision Choir Of The Year 2017

por julho 22, 2017

Acontece hoje, na Letónia, em Riga, a primeira edição do Eurovision Choir Of The Year (ECY), estando nove países em concurso.

Os coros amadores a concurso são provenientes dos seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia e País de Gales. A ordem de atuação será a seguinte:

1. Estónia - Estonian TV Girl's Choir - Absolute Tormis
2. Dinamarca - Academic Choir of Aarhus - I Seraillets Have/Wiigen-Lied
3. Bélgica - Les Pastoureaux - Dans la troupe/Ensemble
4. Alemanha - Jazzhor Freiburg - African Call/Palettes
5. Eslovénia - Carmen Manet - Ta na Solbici/Adrca/Aj, zelena je vsa gora
6. Hungria - Bela Bartok Male Choir - Karádi nóták
7. País de Gales - Côr Merched Sir Gâr - O, Mountain, O/Traditional Welsh Lullaby /Wade in the Water
8. Áustria - Hardchor Linz - Ave Maria/I tua wos i wü/Rah
9. Letónia - Spigo - Grezna saule debesis/Es cigana meita biju

No stream abaixo, pode acompanhar o evento, a partir das 19:00 (hora de Lisboa):



Fonte e Imagem: ESCPORTUGAL/Vídeo: Eurovision Choir Of The Year




ESC Hit List 2: 10 canções que nos fazem querer namorar

por julho 21, 2017

Há canções que passam pelo palco do ESC que despertam o nosso lado mais sentimental, adormecido, muitas vezes, pela agitação do quotidiano. Quem não gosta de receber o afeto de outra pessoa, sentir-se amado e ver aquele brilho no olhar de quem se ama? Há canções que nos fazem querer namorar e muitas delas passam pela Eurovisão. Fiquem com as 10 canções eurovisivas mais românticas da história do certame.

1. Amir - J'ai Cherché (França 2016)



Há toda uma aura apaixonante em torno deste tema amoroso e descaradamente viciante. Da letra desta canção retiram-se umas boas frases para escrever uma carta de amor! Tirem apontamentos e apreciem o romantismo da língua francesa.  

2. Sandra Kim - J'aime La Vie (Bélgica 1986)



A canção vencedora da edição de 1986 é, no mínimo, encantadora. Delicada, doce e carinhosa são os melhores adjetivos para descrever Sandra Kim, no referido ano, a interpretar este tema. Só um coração de pedra não sente vontade de cantar a canção pelas ruas e espalhar amor pelo mundo. 

3. Anna Rossinelli - In Love For A While (Suíça 2011)


Uma canção simples, para amantes descomplicados. Nada de muita agitação! Apenas uma bonita paisagem, um pôr-do-sol e o amor da nossa vida ao lado, com a cabeça pousada no nosso ombro. Ame, simplesmente!

4. Celine Dion - Ne Partez Pas Sans Moi (Suíça 1988)



Mais uma cantada em francês nesta lista de canções de amor. Celine Dion, uma das artistas internacionais de maior sucesso de todos os tempos,  conquistou o mundo com canções de amor. O tema com o qual venceu a Eurovisão não poderia ser exceção e é das canções que melhor representa a força deste sentimento. 





5. Marco Mengoni - L'Essenziale (Itália 2013)



Um dos temas mais românticos a pisar o palco do ESC nos últimos anos. Viver com o essencial, diz Marco Mengoni. Viver com quem gostamos e construir novos espaços se os antigos se estiverem a partir em pedaços. Relembra que nem tudo numa relação é fácil, mas é ultrapassável. 

6. Madalena Iglésias - Ele e Ela (Portugal 1966)



E o que acontece se encontrarmos a nossa cara metade? "Só fala nela a cada momento, vive com ela no pensamento, ele sem ela não é ninguém." Um clássico tema romântico e em português! Somos um país de grandes amores!

7. Ruth Lorenzo - Dancing In The Rain (Espanha 2014)



Uma balada muito bonita que Espanha levou à Eurovisão em 2014. Ruth Lorenzo tem um vozeirão, cheio de sentimento e força. Digam lá se há algo mais romântico do que dançar à chuva com aquela pessoa! O contraste da felicidade de duas pessoas com um dia triste é das imagens mais românticas que possamos imaginar. 

8. Kristian Kostov - Beautiful Mess (Bulgária 2017)



Um tema recente, cantado por um jovem, mas com um carisma superior à sua idade. A canção fala de aceitarmos a pessoa em quem depositamos o nosso sentimento, tanto as qualidades como os defeitos, as alegrias e as tristezas, a luz e a escuridão. 

9. Pastora Soler - Quédate Conmigo (Espanha 2012)



Um dos temas mais bonitos que passou pelo concurso e com uma classificação muito abaixo do merecido. Pastora Soler quase que canta diretamente para a nossa alma e arrepia qualquer coração de pedra. Fala de arrependimento e de querer voltar a amar, corrigindo os erros do passado. 

10. Salvador Sobral - Amar Pelos Dois (Portugal 2017)


E a melhor canção de amor que já passou pela Eurovisão não poderia ser outra. "Amar Pelos Dois" é a definição de amor. Um amor tão grande capaz de amar por dois. Em maio amou por 11 milhões, ou melhor, amou pela Europa inteira. Um tema tão simples e tão poderoso ao mesmo tempo, capaz de deixar qualquer um com uma lágrima no canto do olho.








Vídeos: Eurovision Song Contest, juan8969, Lu Bernardes, Jotaggix 



ESC 2017: participação da Irlanda custou 331 mil euros

por julho 20, 2017

A emissora nacional irlandesa, RTÉ, revelou que no total gastou 331 mil euros com a participação de Brendan Murray no Festival Eurovisão da Canção 2017.

Depois da RTÉ ter recebido um pedido de liberdade de informação por parte do jornal, The Sun, foram confirmados os custos que a emissora teve com o concurso, "A RTÉ teve um custo de aproximadamente 331 mil euros com o programa Festival Eurovisão da Canção 2017" revelou um representante da emissora, sendo que o valor pode aumentar, "As contas de 2017 ainda não foram finalizadas, sendo que os custos não incluem encargos de mão-de-obra e suporte da RTÉ, e os mesmos só serão contabilizados no final do ano".

O responsável pelo anúncio relembrou ainda que o valor está na mesma ordem do custo do ano passado, mas a comitiva de este ano era composta por dezasseis pessoas: "Junto com a taxa de participação, o valor inclui os pagamentos dos artistas e designers, o custo da encenação, dos ensaios, gráficos, adereços, pirotecnia, figurinos, coreografia, filmagens do postcard e a gravação do tema", sendo o único tema que não expôs foi a quantia que Louis Walsh, o responsável pela escolha do cantor e do tema para o certame, recebeu pelos serviços prestados, sendo que o jornal avança que "todos os serviços enquanto consultor foram pagos".

A Irlanda estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1965 e já ganhou sete vezes: em 1970, com Dana e a canção “All Kinds of Everything”, em 1980, com Johnny Logan e a canção “What’s Another Year?”, em 1987, com Johnny Logan e a canção “Hold Me Now”, em 1992, com Linda Martin e a canção “Why Me?”, em 1993, Niahm Kavanagh e a canção “In Your Eyes”, em 1994, com Paul Harrington & Charlie McGettingan e a canção “Rock ‘n’ Roll Kids”, e em 1996, com Eimear Quinn e a canção “The Voice”. Em 2017 o país foi representado por Brendan Murray e a canção “Dying to Try”, alcançando o 13º lugar na segunda semifinal com um total de 86 pontos.

Fonte: eurovoix



ESC Hit List 2: 15 músicas eurovisivas para ouvir (e cantar) no carro

por julho 19, 2017

Que atire a primeira pedra quem nunca cantou (ou fez algo que se pareça com isso) enquanto conduzia. Com mais ou menos sentimento, com o vidro todo aberto para que o mundo pudesse ouvir a nossa bela voz ou com ele fechado, o certo é que todos nós já fomos aquela pessoa parva que está a "fazer gestos estranhos enquanto fala sozinha e conduz". E como por vezes é difícil encontrar boas músicas para ouvir no carro, deixamos aqui as nossas sugestões. Das mais sentidas às mais animadas em todas as línguas. Testem e digam-nos qual a melhor.

1. I Can't Go On  - Robin Bengtsson (Suécia 2017)


Quem é que nunca esteve preso no trânsito e teve vontade de gritar e dar murros ao ar? Sempre ouvimos dizer que "devagar se vai ao longe". Sigam o exemplo do Robin que esteve durante três minutos a andar no mesmo sítio (que nem pára-arranca) e acabou num 5.º lugar.

2. Há Dias Assim - Filipa Azevedo (Portugal 2010)


Se é para cantar e fazer figuras tristes, que seja em bom. Há quem ame e quem odeie esta música, mas a verdade é que é perfeita para expressar todos os nossos sentimentos enquanto conduzimos e deixar toda a gente que está na rua pasmada com a nossa bela voz.

3. I Love You Mi Vida - D'nash (Espanha 2007)


Os ritmos latinos estão na moda mas o que é "Despacito" ao lado de "I Love You Mi Vida"? Nada. A música que representou a Espanha em 2007 tem tudo: ritmo, um refrão catchy e uma mixórdia entre espanhol e inglês. Metam isto a dar na Comercial e veremos se os portugueses não se rendem a ela.

4. Stella Mwangi - Haba Haba


Também na moda estão os ritmos africanos e as rádios portuguesas estão inundadas de kizomba. Como (ainda) não há países africanos na Eurovisão temos de nos contentar com a música mais "africana" que apareceu no palco eurovisivo.

5. Shake It - Sakis Rouvas (Grécia 2004)


Passemos dos ritmos latinos e africanos para os gregos. Se há coisa que a Grécia sabe (ou sabia) fazer é conquistar os europeus com um ritmo mais tradicional, um dança sexy e uma letra catchy. "Shake It" é perfeita para aquelas tardes de verão em que estamos a assar (quase literalmente) dentro do carro e só queríamos ter uma camisola tão curta como a do Sakis. 

6. Deli - Mor ve Ötesi (Turquia 2008)


Se são fãs de rock e nenhuma das sugestões anteriores vos pareceu suficientemente boa, fear not, porque a nossa playlist não deixa ninguém de fora. "Deli" não só é uma excelente música rock como também é daquelas cuja letra não precisamos de aprender porque ninguém há-de saber turco para nos corrigir.





7. Occidentali's Karma - Francesco Gabbani (Itália 2017)


Isto é uma rubrica de músicas eurovisivas e é por isso que "Occidentali's Karma" está nesta lista, mas 90% da discografia do Gabbani é perfeita para ouvir no carro. Garanto-vos, por experiência própria, que ouvir isto no carro nos faz rejubilar de alegria até quando estamos no trânsito. Afinal, é sequer possível não gritar e sorrir com aquele "Allez"? Conselho de amiga (que também advém de experiência própria): não tentem fazer a coreografia e mantenham as mãos no volante porque nem todos conseguimos conduzir com os joelhos como o Toy.

8. OPA - Giorgos Alkaios & Friends (Grécia 2010)


Sabem aqueles momentos em que estão para entrar numa rotundo super movimentada e um esperto vai sair na saída antes da vossa e não mete o pisca para que vocês o saibam? Dá vontade de gritar com esse condutor e é para isso que serve "OPA". Experimentem metê-la bem alto e acompanhar os "uh", "hey" e "opa" naquelas vozes profundas como os coristas da música e vejam se o espertinho que não mete piscas não se assusta.

9. Volare - Domenico Modungo (Itália 1958)


Se são daqueles que ouvem M80 e acham que a música hoje em dia é toda má, temos uma excelente opção para vocês que todos os vossos amigos a quem dão boleia vão poder cantar com vocês. "Volare, ohoh, cantare, ohohohoh" é daquelas músicas que, ao que parece, tinha demasiada qualidade para vencer a Eurovisão, mas tem a qualidade necessária para ouvirmos no carro.

10. Waterloo - ABBA (Suécia 1974)


Continuemos na vibe M80 e recordemos um maior hit eurovisivo de todo o sempre. Metam "Waterloo" a dar no carro quando derem boleia a amigos que nada sabem sobre a Eurovisão e aproveitem para verem a cara deles quando lhes disserem que os ABBA participaram no ESC.

11. Maya Sar - Korake Ti Znam (Bósnia 2012)


Se não são "prós" a estacionar mas só têm um lugar entre dois carros, o melhor é mesmo optarem por uma música mais calma que não vos desconcentre da difícil tarefa que é estacionar de marcha atrás. 

12. The Way You Are - Anti Social Media (Dinamarca 2015)


Muita gente odiou esta música mas a verdade é que se fossem no carro e ela começasse a dar, iam aumentar o volume e cantar como se não houvesse amanhã. Não acreditam? Experimentem e digam-nos se não é assim.

13. My Number One - Helena Paparizou (Grécia 2005)


Estão no carro com o/a vosso/a crush? Aproveitem esta música para o dizer e se não forem correspondidos finjam que queriam apenas ouvir uma música mais light com um instrumental meio étnico. Já repararam que a Grécia é uma excelente fornecedora de músicas para ouvir no carro?

14. I Want Your Love - Eduard Romanyuta (Moldávia 2015)


Decorrente da música anterior, se quiserem insistir porque acham que a pessoa não percebeu a mensagem, façam-no com esta música. Se mesmo assim a pessoa não perceber, partam para outra porque só alguém muito parvo é que não entende isto.

15. Only Teardrops - Emmelie DeForest (Dinamarca 2013)


Tive um instrutor de condução que deixava qualquer pessoa minimamente sensível a chorar, fosse porque motivo fosse. Se estão na mesma situação sejam fortes como eu fui e nunca deem parte fraca. O máximo que pode acontecer é ele fartar-se e não voltar a reclamar convosco.

  
Vídeos: Eurovision Song Contest 2017/GabbaniVEVO/AbbaVEVO/euroboy1994





Com tecnologia do Blogger.